HISTÓRIA

A empresa tem como missão realizar os sonhos de seus consumidores, oferecendo acesso facilitado ao crédito e trabalhando com um modelo de gestão focado na simplicidade, no respeito e na dedicação total aos colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros comerciais.

A Casas Bahia é líder de mercado e sua marca foi avaliada em R$ 691 milhões, sendo reconhecida como uma das marcas mais valiosas do Brasil em ranking divulgado pela consultoria Interbrand. Também é Top of Mind Data Folha por 12 anos consecutivos na categoria “Loja de Móveis e Eletrodomésticos”.

História: A primeira loja da Casas Bahia abriu suas portas em São Caetano do Sul, na região do ABC de São Paulo, em 1957 e o nome foi escolhido como uma forma de homenagear e agradar o grande número de nordestinos que moravam na cidade. O imigrante Samuel Klein havia chegado cinco anos antes ao Brasil e trabalhava como vendedor de porta em porta, até adquirir o estabelecimento comercial e iniciar sua promissora trajetória como comerciante.

Em 1964, as lojas começaram a vender eletrodomésticos e, em 1970, já com sete filiais e o mascote “Baianinho”, foi criado o slogan “Dedicação total a você”. Começou o processo de expansão com abertura de unidades em São Paulo e Baixada Santista.

Logística – Até 2011, o modelo logístico era concentrado em apenas um centro de distribuição, localizado em Jundiaí, no interior de São Paulo, considerado o maior CD da América Latina. Com as sinergias desenvolvidas pela Via Varejo, que administra Casas Bahia e Pontofrio, houve uma otimização e desenvolvimento do sistema.

Houve processo de descentralização e a empresa hoje conta com 25 centros de distribuição e entrepostos distribuídos pelo Brasil. A maior capilaridade gerou redução de custos e foi fundamental para o processo de expansão da empresa para outros Estados.

A empresa tem como missão realizar os sonhos de seus consumidores, oferecendo acesso facilitado ao crédito e trabalhando com um modelo de gestão focado na simplicidade, no respeito e na dedicação total aos colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros comerciais.

A Casas Bahia é líder de mercado e sua marca foi avaliada em R$ 691 milhões, sendo reconhecida como uma das marcas mais valiosas do Brasil em ranking divulgado pela consultoria Interbrand. Também é Top of Mind Data Folha por 12 anos consecutivos na categoria “Loja de Móveis e Eletrodomésticos”.

História: A primeira loja da Casas Bahia abriu suas portas em São Caetano do Sul, na região do ABC de São Paulo, em 1957 e o nome foi escolhido como uma forma de homenagear e agradar o grande número de nordestinos que moravam na cidade. O imigrante Samuel Klein havia chegado cinco anos antes ao Brasil e trabalhava como vendedor de porta em porta, até adquirir o estabelecimento comercial e iniciar sua promissora trajetória como comerciante.

Em 1964, as lojas começaram a vender eletrodomésticos e, em 1970, já com sete filiais e o mascote “Baianinho”, foi criado o slogan “Dedicação total a você”. Começou o processo de expansão com abertura de unidades em São Paulo e Baixada Santista.

Logística – Até 2011, o modelo logístico era concentrado em apenas um centro de distribuição, localizado em Jundiaí, no interior de São Paulo, considerado o maior CD da América Latina. Com as sinergias desenvolvidas pela Via Varejo, que administra Casas Bahia e Pontofrio, houve uma otimização e desenvolvimento do sistema.

Houve processo de descentralização e a empresa hoje conta com 25 centros de distribuição e entrepostos distribuídos pelo Brasil. A maior capilaridade gerou redução de custos e foi fundamental para o processo de expansão da empresa para outros Estados.

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SAMUEL KLEIN

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Samuel Klein

Polonês naturalizado brasileiro, Samuel Klein foi um empresário que em seis décadas ergueu um dos maiores e mais sólidos empreendimentos do varejo brasileiro. Simples, de camisas pólo e chinelos franciscanos, boa conversa e um vibrante sotaque judaico, Samuel Klein poderia ser facilmente confundido com o público – os fregueses, como ele costumava se referir aos milhões de clientes que frequentam suas lojas.

Vendedor nato, Samuel Klein adorava contar histórias do mundo dos negócios. Nem de longe deixava transparecer os horrores vividos durante a Segunda Guerra Mundial, quando abandonou uma Europa ameaçada por regimes autoritaristas e fincou raízes em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. Sobre esse tempo, Klein parecia ter uma memória seletiva. O passado deixou suas marcas, mas não dirige o futuro. “Eu vivo e deixo os outros viverem”, costuma dizer.

A origem humilde – Samuel Klein nasceu em Lublin, na Polônia, o terceiro de nove irmãos, filho de carpinteiro de família judaica. Aos 19 anos foi preso pelos nazistas e mandado com o pai para o campo de concentração de Maidanek, na Polônia. Sua mãe e cinco irmãos mais novos foram para o campo de extermínio de Treblinka, e Samuel nunca mais os viu. Ao lembrar desses tempos, Samuel afirmava que sua sorte foi ser jovem e forte, pois isso fez com que os nazistas o mandassem para um campo de trabalhos forçados, onde sobreviveu com suas habilidades de carpinteiro, ofício que havia aprendido com o pai.

Polonês naturalizado brasileiro, Samuel Klein foi um empresário que em seis décadas ergueu um dos maiores e mais sólidos empreendimentos do varejo brasileiro. Simples, de camisas pólo e chinelos franciscanos, boa conversa e um vibrante sotaque judaico, Samuel Klein poderia ser facilmente confundido com o público – os fregueses, como ele costumava se referir aos milhões de clientes que frequentam suas lojas.

Vendedor nato, Samuel Klein adorava contar histórias do mundo dos negócios. Nem de longe deixava transparecer os horrores vividos durante a Segunda Guerra Mundial, quando abandonou uma Europa ameaçada por regimes autoritaristas e fincou raízes em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. Sobre esse tempo, Klein parecia ter uma memória seletiva. O passado deixou suas marcas, mas não dirige o futuro. “Eu vivo e deixo os outros viverem”, costuma dizer.

A origem humilde – Samuel Klein nasceu em Lublin, na Polônia, o terceiro de nove irmãos, filho de carpinteiro de família judaica. Aos 19 anos foi preso pelos nazistas e mandado com o pai para o campo de concentração de Maidanek, na Polônia. Sua mãe e cinco irmãos mais novos foram para o campo de extermínio de Treblinka, e Samuel nunca mais os viu. Ao lembrar desses tempos, Samuel afirmava que sua sorte foi ser jovem e forte, pois isso fez com que os nazistas o mandassem para um campo de trabalhos forçados, onde sobreviveu com suas habilidades de carpinteiro, ofício que havia aprendido com o pai.

Sua sorte começou a mudar em 1944. Aproveitando-se de uma distração dos guardas, Samuel sumiu no mato a caminho da Alemanha, conseguiu fugir, permanecendo na Polônia até acabar a guerra. Em seguida foi para Munique, na Alemanha, em busca do pai.

Na Alemanha, Samuel fez de tudo para ganhar a vida vendendo produtos para as tropas aliadas. Em cinco anos juntou algum dinheiro e casou-se com uma jovem alemã, de nome Ana.

Em 1951, Samuel decidiu aventurar-se para a América do Sul. Primeiro, foi para a Bolívia, mas ao deparar-se com o país em plena guerra civil, rapidamente mudou o rumo e chegou no ano seguinte ao Brasil onde, depois de uma rápida passagem pelo Rio de Janeiro, viajou para São Paulo, instalando-se em São Caetano do Sul, na região do ABC paulista. A esposa e o primeiro filho do casal, Michael, então com um ano de idade, o acompanharam. Na bagagem, além da família, trazia o sonho de prosperar em um país onde, principalmente, se podia viver em paz.

O começo – Com US$ 6 mil no bolso, Samuel comprou uma casa e uma charrete. Com a ajuda de um conhecido que transitava bem pelo comércio do Bom Retiro, reduto dos imigrantes judeus e árabes na década de 50, adquiriu uma carteira de 200 clientes e mercadorias – roupas de cama, mesa e banho. De porta em porta, começou a mascatear pelas ruas de São Caetano do Sul. Quando alguém dizia que não podia pagar, Samuel logo lhe oferecia condições: ficar com o produto e pagar em prestações, tudo no crediário.

Cinco anos depois, em 1957, já tinha capital suficiente para dar mais um passo em direção ao futuro. Comprou sua primeira loja, no centro de São Caetano do Sul, que chamou de “Casa Bahia” em homenagem aos imigrantes nordestinos que haviam se deslocado para a região em busca de trabalho na indústria automobilística.

No endereço de número 567, da Avenida Conde Francisco Matarazzo, Samuel aumentou a variedade de produtos e começou a negociar com móveis, colchões de algodão, entre outros itens. A clientela não demorou a frequentar a loja para pagar suas prestações e, lógico, adquirir novas mercadorias. Era o início de um império que foi conquistando cada vez mais clientes e mercados até se transformar na potência dos dias de hoje.

Admirador das máximas, Samuel Klein costumava repetir: “Cresci junto com o Brasil, não fiquei parado vendo o país crescer. Temos que amar o país em que vivemos”.

Ao completar 80 anos, Samuel Klein escreveu sua biografia: “Samuel Klein e a Casas Bahia, uma trajetória de sucesso”. Faleceu em 20 de novembro de 2014, com 91 anos, em São Paulo.

Foi a visão e o pioneirismo de Samuel Klein na oferta de crédito às camadas populares da população que possibilitou a realização dos sonhos de milhões de famílias brasileiras.

Sua sorte começou a mudar em 1944. Aproveitando-se de uma distração dos guardas, Samuel sumiu no mato a caminho da Alemanha, conseguiu fugir, permanecendo na Polônia até acabar a guerra. Em seguida foi para Munique, na Alemanha, em busca do pai.

Na Alemanha, Samuel fez de tudo para ganhar a vida vendendo produtos para as tropas aliadas. Em cinco anos juntou algum dinheiro e casou-se com uma jovem alemã, de nome Ana.

Em 1951, Samuel decidiu aventurar-se para a América do Sul. Primeiro, foi para a Bolívia, mas ao deparar-se com o país em plena guerra civil, rapidamente mudou o rumo e chegou no ano seguinte ao Brasil onde, depois de uma rápida passagem pelo Rio de Janeiro, viajou para São Paulo, instalando-se em São Caetano do Sul, na região do ABC paulista. A esposa e o primeiro filho do casal, Michael, então com um ano de idade, o acompanharam. Na bagagem, além da família, trazia o sonho de prosperar em um país onde, principalmente, se podia viver em paz.

O começo – Com US$ 6 mil no bolso, Samuel comprou uma casa e uma charrete. Com a ajuda de um conhecido que transitava bem pelo comércio do Bom Retiro, reduto dos imigrantes judeus e árabes na década de 50, adquiriu uma carteira de 200 clientes e mercadorias – roupas de cama, mesa e banho. De porta em porta, começou a mascatear pelas ruas de São Caetano do Sul. Quando alguém dizia que não podia pagar, Samuel logo lhe oferecia condições: ficar com o produto e pagar em prestações, tudo no crediário.

Cinco anos depois, em 1957, já tinha capital suficiente para dar mais um passo em direção ao futuro. Comprou sua primeira loja, no centro de São Caetano do Sul, que chamou de “Casa Bahia” em homenagem aos imigrantes nordestinos que haviam se deslocado para a região em busca de trabalho na indústria automobilística.

No endereço de número 567, da Avenida Conde Francisco Matarazzo, Samuel aumentou a variedade de produtos e começou a negociar com móveis, colchões de algodão, entre outros itens. A clientela não demorou a frequentar a loja para pagar suas prestações e, lógico, adquirir novas mercadorias. Era o início de um império que foi conquistando cada vez mais clientes e mercados até se transformar na potência dos dias de hoje.

Admirador das máximas, Samuel Klein costumava repetir: “Cresci junto com o Brasil, não fiquei parado vendo o país crescer. Temos que amar o país em que vivemos”.

Ao completar 80 anos, Samuel Klein escreveu sua biografia: “Samuel Klein e a Casas Bahia, uma trajetória de sucesso”. Faleceu em 20 de novembro de 2014, com 91 anos, em São Paulo.

Foi a visão e o pioneirismo de Samuel Klein na oferta de crédito às camadas populares da população que possibilitou a realização dos sonhos de milhões de famílias brasileiras.

CRONOLOGIA